estudantes
orgásticos
seus uivos
nem sempre
escutados
irromperam
o silêncio
dos velhos
em seus
palácios
sentados.
o seu gozo
orgiástico
co-rompeu
o hímen
da 'última
filha do lácio'
e fê-los dizer
seu bom
português:
os fodemos,
palhaços.
esses senhores
entre quatro
parede juntados
nos fodem
indecentes
sobre a mesa,
congregados.
e satisfeitos
com o rei-tor
espaçoso,
passam a mão
na nossa bunda
indecorosos.
gritando
nos expulsam
porta a fora
por que
o templo
do saber
não será
o império
do gozo.
sóque a lascívia
empedernida
dos jovens
se debate
em sala
aberta,
goza o novo
e aos trancos
bérra.
sem vergonha,
trepados uns
nos outros
construimos
o andaime novo
e gozamos
todos juntos
ao lutar.
o nosso uivo
tosco e rouco
incomoda
a velha sala
acomodada,
silenciosa,
só lhes resta
expulsar-nos,
o imoral
defenestrar.
à vós, tarados,
urgentes,
com essa
vontade
exitosa,
é preciso
animar a
plebe toda
na novidade
a trepar,
sem medo
de errar.
aos velhos
senhores,
digam que
aguardem,
o dia dos
expulsos
voltarem
suados
gritando
amontoados:
nós os fodidos
não preservamos
palácios castos.
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